sábado, 25 de outubro de 2008

Te amo

Vai pra puta que te pariu, seu filho da puta, viado, imbecil, desgraçado, filho duma egua, ridículo, sem noção...

porra de bjo nenhuma
nem porra de assinatura

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Preciso olhar os lírios


Eu me sinto tão afortunada por ter tudo que tenho, que acho futilidade reclamar se alguma coisinha não tenha saído da maneira com que planejei. Mas vim observando que ultimamente estava sendo fútil por reclamar demasiadamente de pequenas coisas, como umas muitas meninas-mimadas de classe media/alta que eu tanto tento ser diferente.
Pois sim, meus dramas estavam parecidos com os delas, talvez porque isso me atrairia um pouco mais de atenção, de carinho, de abraços, de beijo e de amor, como se eu não tivesse. Que menina chata eu me tornei... cheia de ciúmes e de “hey, look at me”.
Sim, estou levemente triste ultimamente, mas hoje meditando, descobri o quão injusta estou sendo com a vida, comigo mesma e com as pessoas que realmente me amam.
Dei-me conta de que tenho tudo que qualquer pessoa pode desejar ter, e que reclamar disso é como dizer pra mãe que a comida, que ela vez com tanto carinho, não esta boa só porque tem cebola que você detesta. E ao invés de tirar os pedacinhos quase imperceptíveis, você come o prato inteiro reclamando da cebola e nem percebe que tinha batata cozida com molho que você tanto gosta.
Reclamei da cebola. Mas espero que ate o final do prato perceba a batata.

Bjo
KarlaBrito

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Eu, na beira do mar te vendo afogar no seu descontrole

Água, morna.
Saliva, engrossa.
Maquiagem, desfeita.
Rosto, careta.
Sal, no travesseiro.
Olho, vermelho.
Coração, aperto.
Cabelo, assanhado.
Corpo, fraco.
Voz, soluço e sussurro.
Pés, sem chão.
Mente, em questão.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Lately

  • drunk
  • alone
  • singing a sad-old-stupid song
  • some pijamas
  • fat
  • crying
  • U have NO mensagens

just like

Bridget Jones

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Permita-me entristecer

Acho mesmo que o ato de fazer alguém rir, de dar um pouco de alegria pra alguém que precisa é mais prazeroso pra quem dá do que pra quem recebe. Talvez por isso eu me doe tanto as pessoas, por puro egoísmo.
Mas a vida, as vezes parece que nao se simplifica... e eu penso: e se por um acaso eu sou a pessoa quem está precisando de alegria? de alguém pra conversar? pra me mimar? Será que alguém nota? Não quero dizer com isso que peço de volta o que dou. Não. Se existe uma coisa que aprendi, essa coisa foi a de não cobrar nada, isso repulsa. Mas não há como não esperar algo em retorno ... não necessariamente o mesmo que dou, mas algo.
Sim. TORNEI-ME carente, chorona e sentimental, talvez porque só agora tenha começado a viver.
O fato é que me sinto só. Não sei se essa é a real situação, mas sinto. Sinto como se tivesse ajudado todo mundo na festa a se conhecer, se divertir, a formar casaizinhos, mas no final da noite sou a única que vai pra casa
SOzinha.

Bjo
Karla Brito

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Devolvam minha paciência!

Estava sentindo desde o começo desse mês que eu estava sem paciência pra qualquer tipo de coisa: pergunta com resposta obvia, dramas desnecessários, piadas sem graça e de humor negro, gente sem noção de inconveniência, gente falsa, gente pessimista... e as vezes sem paciência ate falar, me explicar. É muito mais fácil aceitar que eu estou certa e pronto, não é?
Não. Não é não. Eu estou chata e nem eu me agüento nessa condição presente. Tento estar sempre me policiando, mas quando vejo já estou olhando pra alguém como se dissesse: “Cala a boca”.
Porque será que isso está acontecendo? Eu aposto nos astros, eles devem estar alinhados em uma posição desfavorável.

E isso só confirma a minha teoria de que quando alguém fala mais grosseiro com outra, quem sofre mais é a própria quem agiu sem paciência. Que coisa ruim. Sinto-me mal por isso... cadê a minha despreocupação invejável? E o meu “take it easy”? Quero de volta, mas tem que ser agora, porque estou “um pouco” sem paciência.
bjo
Karla Brito

domingo, 5 de outubro de 2008

O que seria RENT?

Nao vou dizer que amo porque pode parecer uma explicação muito simplória pro turbilhão de emoções que existe entre nós diariamente. Mas são eles lindos, todos.
Rent mudou a minha vida. Mudou a minha maneira de ver, tocar, cheirar e sentir o mundo. Eu realmente acho que deve existir algo muito maior dentro desse musical... um passarinho encantado, ou um ANJO.

*Porque a vida fica mais gostosa com vídeos toscos-caseiros-feitos-em-20-minutos.

bjo

KarlaBrito

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

There is no space to sadness when you're the Sun

,

Renascer
Repetir
Reinventar
Reposicionar
Reativar
Revolucionar
Reviver
Realizar
Relevar
Renegociar
Remontar
Recomeçar
,
A capacidade de dar a volta por cima esta no nome. O brilho que eu vejo no olhar só existe em pessoas com o coração puro. A tristeza é tão pequena perto da alegria que eu tenho quando te vejo.
O amor que sinto vindo de você é tão brilhante é tão mágico, que me conquista a cada dia, que me faz querer seguir essa luz. Talvez você nem saiba de toda essa luz que tem, mas ela me atinge profundamente.
Sim, me sinto egoísta, porque descobri que estar com você me faz muito bem e por isso não quero mais que exista Renata sem Karla e Karla sem Renata.
Se a tristeza chegar, a gente vai fazer com que a alegria a engula, com casca e tudo.

Bjo
KarlaRenata

domingo, 28 de setembro de 2008

Dá pra mudar o disco?

Ow chatice! Queria ter outra saída, amar outras pessoas, dedicar corações desenhados no caderno pra outra pessoa, me permitir sonhar com outro beijo, pensar em outra coisa, que não seja quando vou te ver de novo.
Queria amar alguém e sentir o amor de volta. Sem jogo. Queria ouvir palavras que não tenham mais de um significado. Estou cheia dessa babaquice. Quero alguém que eu não precisasse fingir, que não precisasse medir palavras, que não precisasse pensar antes de falar, queria ser eu. Isso você não permite.
Eu já desisti de você, mas o meu inconsciente continua sonhando, pensando e tontamente esperando.

bjo
Karla Brito

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Na Madruga

Acho que a madrugada é a hora mais interessante do dia.
Silêncio inspirador.
Talvez seja por isso que os poetas têm insônia.
Será que eles são poetas porque têm insônia, ou têm insônia porque são poetas? Talvez seja uma questao de opção pela insonia.
Na madrugada é quando me vêem as melhores idéias, a solução pra problemas que pensava serem impossíveis de resolver, as palavras ficam fáceis de serem ditas, como manteiga quente é fácil de passar no pão. É quando eu quero ficar acordada.
E aquele momento entre o dia e a noite é o mais misterioso. Sempre achei isso, desde criança. Parece que alguém esta fazendo algo escondido, como se a passagem da noite pro dia fosse alguma coisa proibida, que ninguém pudesse ver.
Lembrei agora de quando era criança, tinha uns 8 anos no maximo, e sai com a minha tia pra um lual, e passamos toda a madrugada ouvindo violão ate o sol nascer. E uma das amigas da minha tia me perguntou “Karlinha, é a primeira noite que você tá virando a noite?” e eu respondi “acordada, sim”. hahuahuhauhauhauhuahuahuahuha
Enfim, a madrugada é interessante. Não digo que é lindo, nem digo que é feio. É talvez o momento em que todas as energias do dia anterior estão sendo repostas, junto com as nossas, que estamos dormindo, ou não.

Bjo
Karla Brito

ps.: Nossa senhora, eu falei muita coisa sem nexo com a outra. Mas me perdoe, já é madrugada alta.
Estado de espirito: Animacaaaaaaaaao! (por isso que decidi escrever no blog, jah que o horario nao permite fazer o que eu realmente queria fazer nesse momento: dancar e cantar, alto.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Segurar o vento


O sentimento transborda.
O amor, de tão grandioso, não me cabe.
A saudade se faz presente no mesmo instante que nossos corpos se separam.
A promessa é constantemente lembrada e reforçada.
A mão é dada.
O beijo sela confiança.
O desejo pela liberdade possibilita.
O perfume identifica
A palavra se torna música.
O pouco se torna extraordinário.
O olhar admira.
Mas o medo ainda transpira.

bjo
Karla Brito

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Sobre mim



Se alguém perguntar por mim
Diz que fui por aí
Levando o violão embaixo do braço
Em qualquer esquina eu paro
Em qualquer botequim eu entro
Se houver motivo
É mais um samba que eu faço
Se quiserem saber se volto
Diga que sim
Mas só depois que a saudade se afastar de mim

Tenho um violão para me acompanhar
Tenho muitos amigos, eu sou popular
Tenho a madrugada como companheira
A saudade me dói, o meu peito me rói
Eu estou na cidade, eu estou na favela
Eu estou por aí
Sempre pensando nela

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Astral

Tanto o Alto astral quanto o Baixo astral contagiam. Eu tento sempre estar com um astral alto pra fazer com que o clima seja agradável e que possa superar as ondas negativas presentes. Mas tem dias que essas ondas negativas estão em maior numero e acaba murchando o meu quase inabalável Astral.
E é incrivelmente horrível quando isso acontece. Sinto-me fraca, indisposta, sem inspiração, triste.
Estar perto dessas pessoas, que chamarei de BAIXAS, é um perigo real.
Partindo do principio de que tudo em nós é energia e se vem alguém e tira tudo o que há de positivo dela, então o que acontece? As pessoas baixas nos destroem.
Mas uma coisa me vem à cabeça agora, antes de destruir-nos, as baixa se autodestroem. Talvez por pensar que as pessoas altas são tontas demais com seu riso sem motivo, com sua dança gratuita e com o seu canto feliz, afinal que motivos se têm pra ser feliz?
As pessoas baixas não vêem nada de extraordinário nas coisas simples, talvez uma promoção no emprego, um carro novo, ou uma jóia cara as deixasse feliz por alguns instantes, mas nunca a brisa do mar, um abraço num amigo querido, um domingo de chuva, um sorvete de flocos, esses não seriam motivos suficientes.
Ah se elas soubessem que o cartão de aniversario vale muito mais que o presente. Que as palavras e os gestos podem mudar a vida de alguém, ate a dela mesma. Que os risos sem motivo são os melhores.
Que pra ser feliz é preciso pouco.

bjo
Karla Brito

I got it from my Mama.

.
Em teoria sou 50% dela,
Em pratica sou 100% ,
Uma vez que eu sou 100% amor.

Feliz Aniversário
.

domingo, 7 de setembro de 2008

Vazio







Deve ser bobagem,
deve ser...





Bjo
KarlaBrito

domingo, 31 de agosto de 2008

Toda forma de amor é justa

Seria o amor um enlatado? Só existe uma forma? E essa seria a verdadeira? Seria o amor então, algo tão inatingível que não se pode dizer, mesmo pra quem se sente amor, só porque pode soar falso?

Quantas vezes já ouvi “amor de verdade só de pai e mãe”. Acho mesmo que amor de pai e mãe é incondicional e grandioso, mas são só formas diferentes de amar.

O amor que sinto pela minha mãe é diferente do que eu sinto pelo meu irmão, pela minha tia, pelo meu pai, pelo meu primo, pelos meus amigos...

Amo todos eles, só que de formas diferentes. Não quer dizer que eu ame uns mais, outros menos, NÃO! Eu devoto a cada um deles um amor exclusivo. O amor que eu sinto por um, eu não sinto por outro igual. É o mesmo sentimento separado em diferentes cores e formas exclusivas pra cada um, assim como as girafas que têm todas as pintas do corpo diferentes, mas são todas, pintas!

O que me deixa mais confusa é mesmo o fato das pessoas se privarem tanto de dizer “eu te amo”. Hoje é tão mais fácil ouvir alguém dizer “eu odeio” sem nenhuma privação, como se isso fosse mais normal ou talvez mais certo do que sair por ai dizendo “eu te amos”.

Será que o medo de amar é maior do que o medo de odiar? Entendo que existe o medo da não reciprocidade do mesmo amor, quem ama sempre espera algo de volta, mas se essa espera for sem cobrança ele volta sempre!

Espalhe amor, o quanto puder! Por favor!!!?

Bjos

Te amo!

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Must be magic

A magia da dança entrou na minha vida de novo como um doce que você lembra ter comido na infância, mas que nunca mais tinha provado porque se distanciou daquela vendinha da esquina, que era o único lugar que vendia aquele doce com um gosto tão particular e que te fazia sentir tão bem quando comia. E um determinado dia você encontra o mesmo doce numa outra vendinha que encontrou por acaso, quando tomou um caminho diferente pra casa e decidiu perguntar, sem compromisso, se tinha algum doce, e viu na prateleira, num cantinho onde talvez numa situação corriqueira nunca teria prestado atenção, mas naquele dia olhou pra aquele exato lugar e viu o doce que tanto gostava e podia ate sentir o sabor só por olhar... “moço, pega pra mim aquele doce, por favor!?” ... e quando tocou na boca, sentiu novamente o mesmo prazer, e pode relembrar da alegria de quando era criança। O doce tinha gosto de felicidade, essa que você não sentia a muito.


Bjo
Karla Brito

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Is someone watching me?

...

I keep making me questions of what am I? Who am I? What am I doing in here?
I do believe that everyone has a kind of karma to hold and overcome. But I still don’t know what is mine.
I’m afraid to be like those who doesn’t know what to do with their life, because doesn’t understand their mission and then they doesn’t go anywhere.
I want at least to FEEL LIKE I have a mission. It was going to make me a lot more motivated to run my heart out in something that I believed that would make me happier and evolved.
Sometimes (all the time) I think my mission is something that involves art. But what? And how?
I need a hand down here। Could someone up there help me to find my way, please?

bjo
Karla Brito

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Pequena-Caixa-De-Tortura- Locomotora

Ok… que é chato andar de ônibus ou topic, isso todo mundo deve concordar, agora, pra piorar a situação, os passageiros são obrigados a escutar musicas insuportáveis, de letras de baixo calão, melodias tão rápidas e angustiantes, e que de tão alto não nos dá nem o direito de pensar sobre outra coisa a não ser “que porra de musica é essa?”.
Entro na topic e já sou surpreendida por um forró fulero, onde o homem que canta parecia ter um limão na boca...sento e penso:
-tomara que essa rádio não seja só de forró!
Meu desejo foi em vão! Começou outro forró e o motorista aumentou absurdamente o volume do som e eu pensei:
- Cara, não acredito nisso, eu mereço!
E pedia a Deus pra que aquela topic fosse o mais rápido possível pra que eu pudesse sair daquela pequena-caixa-de-tortura-locomotora. Mas aí foi que eu fiquei mais puta ainda, a topic tava a 30 km/h. Eu jah estava pra gritar:
-Ow meu senhor, das duas, uma: ou vai devagar ou desliga essa porra dessa radio!
Mas não gritei, então fiquei com toda a minha raiva contida dentro de mim, não parava de me mexer na cadeira. E toda vez que eu olhava pela janela e via todos os carros passando e a topic quase parada na rua, me dava mais vontade de esganar a porra do motorista!
Além de tudo ainda estava super-iper-mega-atrazada! E aquela musica só me deixava cada vez mais estressada...
De repente a radio começa a chiar e o motorista desliga. O som do transito nunca foi tão musical pra mim... respirei aliviada e antes que espirasse por completo, gritei:
-Próxima desce!

Bjo
Karla Brito

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Escrevedora

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Já falei aqui nesse blog da minha necessidade de escrever, às vezes não sei nem sobre o que mas PRECISO। Estou lendo um livro “Carta a D.” de André Gorz, e ontem eu li um trecho onde ele fala exatamente sobre isso...e eu achei genial:

“O principal objetivo do escritor não é o que ele escreve. Sua necessidade primeira é escrever. Escrever, isto é, ausentar-se do mundo e de si mesmo para eventualmente, fazer isso a matéria de elaborações literárias. É apenas num segundo momento que se poe a questão só tema a ser tratado. tema é a condição necessária, necessariamente contingente da produção de escritos. Não importa qual o tema é melhor, desde que ele permita escrever. Durante seis anos, ate, 1946, eu mantive um diário. Escrevia para conjurar a angustia. Não importava o que; eu era um escrevedor. O escrevedor só se tornará escritor quando a sua necessidade de escrever for sustentada por um tema que permita e exija que essa necessidade se organize num projeto. Somos milhões a passar a vida escrevendo sem nunca terminar nem publicar nada”.

Eu sou uma escrevedora. Amo escrever. Como ele disse, escrever conjura a angustia... Parece que tudo se torna mais claro... Os sentimentos e as opiniões mais organizadas e simples. Parece que o pensamento é muito vago, passageiro e mutável, a palavra não. Ela é mais convicta, firme, duradoura.
bjo
karla Brito